O Procon de Tubarão realizou nessa segunda-feira (21) a pesquisa de preços de carnes referente ao mês de setembro em supermercados do município. O levantamento mais uma vez apontou grandes diferenças entre estabelecimentos, reforçando a importância da pesquisa antes da compra.
Cortes com maiores variações em julho
| Corte | Menor preço (R$) | Maior preço (R$) | Diferença (R$) | Variação (%) |
|---|---|---|---|---|
| Filé mignon | 73,90 | 150,90 | 77,00 | 104,2% |
| Picanha | 69,00 | 119,00 | 50,00 | 72,4% |
| Fraldinha | 39,00 | 55,75 | 16,75 | 42,9% |
| Alcatra | 56,90 | 83,90 | 27,00 | 47,4% |
| Contrafilé | 49,90 | 64,95 | 15,05 | 30,1% |
Esses números demonstram que, especialmente nos cortes mais valorizados, o consumidor pode pagar valores muito diferentes, dependendo do supermercado, o que pode representar impacto relevante no orçamento familiar.
Nos cortes suínos, a pesquisa apontou variações interessantes entre estabelecimentos. A costela suína apresentou preços entre R$ 21,90 e R$ 32,90, enquanto o lombo suíno variou de R$ 19,90 a R$ 29,90, indicando diferenças que podem influenciar a escolha do consumidor. Já a paleta suína teve menor valor de R$ 9,90 e maior de R$ 17,98, demonstrando que, apesar de ser uma opção mais acessível, também apresenta disparidades de preço, conforme o supermercado.
Entre as carnes de frango, as oscilações foram mais moderadas em comparação às carnes bovinas e suínas. A sobrecoxa foi encontrada entre R$ 9,98 e R$ 16,50, enquanto a coxinha da asa variou de R$ 11,98 a R$ 19,00. Esses dados indicam que o frango segue como alternativa mais estável e econômica para o consumidor, embora ainda apresente diferenças que justificam a pesquisa de preços antes da compra.
O Procon de Tubarão destaca que as pesquisas são realizadas em dias que não coincidem com promoções específicas, garantindo maior neutralidade e um retrato mais fiel dos preços praticados no cotidiano. O acompanhamento contínuo desses valores busca orientar o consumidor, contribuir para o equilíbrio do orçamento familiar e promover transparência nas relações de consumo.





