A Polícia Civil e a Polícia Científica realizaram, no início da tarde desta sexta-feira (9), a reprodução simulada dos fatos para esclarecer as circunstâncias da morte de Daisy Ferreira Maiesck, em Criciúma. A mulher morreu no dia 3 de outubro, após cair do sétimo andar de um edifício pelo vão do banheiro.
O procedimento busca determinar se a queda foi acidental ou se houve prática criminosa. A diligência foi acompanhada pelo advogado do homem investigado. Segundo a Polícia Civil, o laudo pericial com o resultado das análises será formalizado nos próximos dias e anexado ao inquérito policial.
Relembre o caso
Daisy morreu na madrugada de 3 de outubro, após cair do sétimo andar de um edifício localizado no Centro de Criciúma. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, recebeu ajuda de uma amiga da vítima e de um vizinho para acessar o prédio e o apartamento onde ela estava.
Ao entrarem no imóvel, os policiais ouviram um homem gritando dentro do banheiro, cuja porta estava trancada. Após arrombarem a porta, encontraram o suspeito molhado e sem roupas. Conforme o relato policial divulgado na época, ele apresentou versões contraditórias sobre o que havia acontecido.
O Corpo de Bombeiros Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também foram acionados para atender a vítima, encontrada no fosso de ventilação do edifício. Ela estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória. As equipes realizaram manobras de reanimação por aproximadamente 35 minutos, mas a mulher não resistiu.
Na ocasião, o homem foi preso em flagrante, suspeito de homicídio doloso e desacato. Durante o atendimento, a Polícia Militar também encontrou maconha e haxixe no apartamento. O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que agora busca esclarecer as circunstâncias da queda por meio da reprodução simulada e das análises periciais.





