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Negociação salarial da construção civil e setor moveleiro termina sem acordo em Criciúma

Trabalhadores reivindicam reposição da inflação, ganho real e manutenção de benefícios

A primeira rodada de negociação salarial entre trabalhadores da construção civil e do setor de móveis e madeira de Criciúma e região terminou sem acordo nessa quarta-feira (20). A reunião ocorreu na sede do Sindicato dos Trabalhadores Ceramistas e Construção Civil e contou com a participação de representantes das categorias patronais.

Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 4,11%, referente à inflação acumulada, além de 3% de ganho real. As categorias também defendem a manutenção de benefícios previstos na convenção coletiva, como cesta básica, marmita sem descontos e demais cláusulas sociais. A data-base das categorias é 1º de maio.

De acordo com o sindicato laboral, os representantes patronais não apresentaram uma proposta concreta durante o encontro e sinalizaram um percentual abaixo do esperado pelos trabalhadores. A entidade afirma que busca a reposição das perdas salariais e valorização dos profissionais dos setores.

Uma nova rodada de negociações deverá ser realizada nos próximos dias, mas ainda sem data confirmada.

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