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Empresa tem ônibus apreendidos por dívida em Criciúma

Veículos da Expresso Coletivo Forquilhinha foram retirados de circulação em Criciúma após decisão judicial envolvendo débito milionário

A empresa Expresso Coletivo Forquilhinha, vencedora da licitação para assumir o transporte intermunicipal de passageiros em Urussanga no lugar da Empresa São José, enfrenta uma grave crise financeira após mais de 10 ônibus serem apreendidos por determinação judicial em Criciúma.

Os veículos foram retirados de circulação devido à falta de pagamento do financiamento junto ao Banco Moneo, instituição ligada à fabricante Marcopolo. A decisão foi expedida pela Vara Estadual de Direito Bancário e determina que os ônibus só poderão voltar a operar após o pagamento integral da dívida, incluindo parcelas vencidas e vincendas, custas processuais e honorários advocatícios. O débito gira em torno de R$ 6 milhões.

Parte dos ônibus foi apreendida no pátio da empresa, localizado no bairro Pinheirinho, em Criciúma. A situação afeta diretamente o sistema de transporte coletivo de Criciúma, operado pelo Consórcio Criciumense de Transporte Urbano (CriBus), responsável pela gestão das linhas e pela bilhetagem eletrônica da cidade.

A Prefeitura de Criciúma informou que notificou formalmente o consórcio responsável pelo serviço e cobrou a normalização das linhas afetadas. Já o CriBus orientou que os questionamentos fossem direcionados à empresa concessionária. Até o momento, a Expresso Coletivo Forquilhinha não se manifestou oficialmente sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação da empresa.

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