Publicidade

2026: a arte de escolher o mobiliário que sustenta a vida

"Porque pagar pouco em um sofá desconfortável para sentar todos os dias é pagar caro"

Por Atna Arquitetura — Arquitetas Leka Costa e Maria Eduarda

Há casas que impressionam.
E há casas que acolhem.

A diferença quase nunca está no revestimento. Está no mobiliário.
Na escolha do sofá onde o corpo afunda ao final do dia.
Na cadeira que permite permanecer.
Na mesa que organiza o espaço, e, muitas vezes, organiza a família.

2026 é ano de maturidade nas decisões.
Porque pagar pouco em um sofá desconfortável para sentar todos os dias é pagar caro. Caro na rotina. Caro no cansaço. Caro nas pequenas desistências diárias.

Na Atna, isso é quase um manifesto:

“O mobiliário certo não aparece, ele permite que a vida apareça”, diz Leka Costa.

O sofá: território de afeto

O sofá é o móvel mais democrático da casa.
Ele recebe visitas, silêncios, filmes longos e crianças pulando antes de dormir.

Mas para que seja território, e não escultura, precisa ter densidade adequada, profundidade confortável, estrutura firme. Precisa sustentar o corpo sem colapsar com o tempo.

“Conforto não é luxo. É estratégia de bem-estar”, Maria Eduarda, Atna Arquitetura

Sofá bonito e desconfortável é um erro caro.
Sofá bem escolhido é investimento em permanência.

O sofá certo não é apenas bonito. Ele sustenta o corpo, o descanso e as conversas que não têm hora para terminar

A mesa: centro gravitacional da casa

A mesa organiza o espaço e, muitas vezes, organiza a família.

Retangular, redonda, oval.
Cada formato propõe um tipo de encontro.

Grande demais, vira barreira.
Pequena demais, limita história.

A mesa certa não interrompe a circulação.
Ela cria eixo. Ela ancora. Ela reúne.
Ela cria um centro gravitacional.

Mas há um detalhe decisivo: o layout que acomoda essa mesa é tão importante quanto a mesa em si.

Não se projeta apenas o tampo.
Projeta-se o entorno.

É preciso considerar a circulação real, aquela que acontece quando alguém levanta para servir, quando todos puxam as cadeiras ao mesmo tempo, quando a travessa atravessa o ambiente.

A mesa ocupa um espaço fixo.
Mas a “dança das cadeiras” é dinâmica.

Cada cadeira recuada amplia o perímetro.
Cada pessoa sentada altera o fluxo.
Cada movimento redefine a vivência.

Se não houver respiro suficiente, o que deveria ser encontro vira obstáculo.

“Um bom layout não é o que cabe no papel. É o que funciona quando a casa está cheia”, Leka Costa.

Planejar bem significa prever:

– distância confortável entre mesa e parede
– espaço para o recuo total das cadeiras
– passagem fluida atrás de quem está sentado
– integração orgânica com sala, cozinha ou varanda

Quando o layout é bem resolvido, ninguém percebe a técnica.
Percebe apenas que é agradável ficar.

A mesa não divide o ambiente, ela cria eixo, ancora o espaço e reúne histórias

Cadeiras para quem valoriza o tempo

Cadeira desconfortável encurta jantar.

Quem ama receber precisa pensar em ergonomia real, apoio lombar adequado, densidade de espuma correta, proporção alinhada à mesa.

“O luxo contemporâneo é poder permanecer”, Maria Eduarda, Atna Arquitetura

Cadeira boa não é apenas estética.
Ela sustenta histórias longas.

Quem valoriza o tempo à mesa precisa de cadeira para permanência, não para pressa

Banquetas: a plateia do chef da casa

A ilha é o novo centro social da casa.

Banqueta sem encosto funciona para uso rápido.
Mas se a ideia é assistir o chef da casa cozinhar, conversar, abrir uma garrafa de vinho, conforto muda tudo.

Altura correta.
Apoio para pés.
Estrutura firme.

Banqueta não é enfeite alinhado à bancada.
É convite para ficar.

A cozinha virou palco. E palco precisa de plateia confortável

Home office: presença, harmonia e ergonomia real

Trabalhar de casa deixou de ser improviso.

Se o home office aparece nas reuniões, ele precisa ter presença.
Mas se sustenta horas de trabalho, precisa ter ergonomia real.

Cadeira linda e desconfortável é vaidade.
Cadeira bem escolhida é inteligência.

E é aqui que mora a virada de chave: fugir daquelas cadeiras de plástico seco, pretas, genéricas, “tipo secretária”. Elas resolvem ambientes corporativos padronizados, não casas com identidade.

A casa merece afeto.

A cadeira precisa dialogar com o espaço. Se o escritório é integrado à sala ou ao quarto, ela passa a compor o ambiente, não pode parecer um corpo estranho.

Ergonomia é inegociável:

– altura regulável
– apoio lombar adequado
– base firme
– possibilidade de ajuste
– inclinação confortável

Mas estética também é estrutura.

A altura do encosto interfere diretamente na proporção do ambiente. Encostos muito altos podem pesar visualmente. Encostos médios ou levemente curvos trazem elegância sem perder suporte.

O tecido, que ocupa grande área visual, chama atenção. Linho, sarja, couro, trama texturizada… tudo comunica. Material sofisticado eleva o conjunto. Material pobre denuncia improviso.

E a cor fala antes mesmo que alguém sente.

Neutros trazem integração. Tons profundos criam ponto focal. Cores claras ampliam. Cores escuras ancoram.

“Design e ergonomia não competem. Eles se complementam quando o projeto é bem pensado”, Leka Costa.

A cadeira do home office precisa proteger o corpo e, ao mesmo tempo, conversar com a estética da casa

Em 2026, talvez a pergunta não seja qual móvel combina com a casa.

Talvez seja:
qual mobiliário sustenta a vida que você quer viver todos os dias dentro dela?

Casa não é cenário.
É palco.

E palco precisa de estrutura.

WhatsApp
Facebook

Receba as principais notícias de
Urussanga e região em seu WhatsApp.
Participe do grupo!

Mais Lidas

Publicidade
Publicidade