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Operação que investiga movimentação de R$ 1,1 bilhão prende mulher por tráfico de drogas

Suspeita foi flagrada com 1,4 quilo de maconha durante desdobramento da Operação Tela Oculta, que já resultou em 16 prisões em cinco estados

Uma investigação da Polícia Civil que apura um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro com movimentação financeira estimada em R$ 1,1 bilhão teve mais um desdobramento no Sul de Santa Catarina. Na tarde dessa quarta-feira (15), uma mulher foi presa em flagrante por tráfico de drogas em Araranguá durante o cumprimento de um mandado de busca da Operação Tela Oculta.

A ação foi realizada por policiais da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá, em apoio à Delegacia de Combate às Drogas (DECOD) da DIC de Palhoça, unidade responsável pelas investigações. Conforme a Polícia Civil, o imóvel vistoriado era apontado como um dos locais utilizados pela organização criminosa para armazenar entorpecentes.

Durante as buscas, os agentes localizaram cerca de 1,4 quilo de maconha, além de uma balança de precisão, aparelhos celulares e outros objetos que, segundo a investigação, eram utilizados na atividade criminosa. Diante do material apreendido, a mulher recebeu voz de prisão em flagrante.

A Operação Tela Oculta foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar e movimentar recursos provenientes da comercialização de entorpecentes, chegando a movimentar aproximadamente R$ 1,1 bilhão.

Nesta etapa da operação, a Justiça autorizou o cumprimento de 32 mandados de prisão e 80 mandados de busca e apreensão em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Até o momento, 16 pessoas foram presas.

Além da prisão registrada em Araranguá, as equipes apreenderam, em diferentes alvos da operação, 1,2 tonelada de maconha, 32,6 quilos de cocaína, 17,6 quilos de crack, 15,1 quilos de haxixe, comprimidos de ecstasy, armas de fogo, munições e uma granada de mão.

As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da organização e localizar bens adquiridos com recursos provenientes das atividades ilícitas.

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