O Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, segue com restrição de atendimentos devido à superlotação registrada nos últimos dias. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (12) pela gerente de enfermagem da unidade, Luana Ferrarezi, em entrevista à Rádio Cidade em Dia 89.1 FM.
Segundo ela, o cenário permanece semelhante ao observado na última quinta e sexta-feira, e um novo posicionamento oficial pode ser divulgado até o fim do dia, após avaliação do comitê de crise do hospital.
Conforme a gerente, o HMISC continua atendendo exclusivamente casos de urgência e emergência obstétrica, classificados como amarelo e vermelho, como crises hipertensivas, diabetes descompensada, bolsa rota, trabalho de parto ativo e sangramentos.
Atendimentos de menor complexidade estão sendo direcionados para Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e outros hospitais da região.
Luana explicou que cerca de 70% da demanda habitual poderia ser resolvida fora do ambiente hospitalar e que a superlotação foi causada por um aumento atípico no número de partos em curto período. Entre quinta e sexta-feira, foram registrados 14 nascimentos, com dias chegando a até 16 partos, o que levou à ocupação total dos setores de apoio. A orientação à população segue sendo buscar o hospital apenas em situações de urgência e emergência obstétrica.





