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Justiça suspende Mesa Diretora da Câmara de Cocal do Sul por falta de paridade partidária

Decisão atende mandado de segurança de vereadores da oposição e ainda não determina nova eleição

A Justiça determinou a suspensão da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Cocal do Sul, eleita em 16 de dezembro de 2025 para o exercício de 2026. A decisão é do juiz Roque Lopedote, que atendeu parcialmente a um Mandado de Segurança impetrado pelos vereadores Maria Luiza Darolt (PP) e Marcel Freitas (PSD), sob a alegação de que não foi respeitado o princípio da paridade partidária na composição do comando do Legislativo. A informação foi divulgada pela jornalista Karina Manarin, em seu blog, nessa terça-feira (20).

Conforme a ação, quatro partidos possuem representação na Câmara, porém apenas dois, MDB e PL, ocuparam as quatro vagas da Mesa Diretora, deixando de fora PP e PSD, que integram o bloco de situação. “O bloco formado pelo PP e PSD acabou isolado. É constitucional a paridade dos partidos em uma situação como essa, exceto se não houvesse interesse, mas houve inscrição dos vereadores da situação”, explicou à jornalista, o advogado Marcel Fabris Lodetti, o Tuca Lodetti, responsável pela ação judicial.

A Mesa Diretora suspensa havia sido eleita com o vereador Vicervânio Bez Fontana, o Toco, como presidente, Valdnei da Silva, o Chicão, como vice-presidente, Julio Fogaça como 1º secretário e Gilson Clemes como 2º secretário. Nas disputas internas, os eleitos venceram por placares apertados de 5 a 4.

Apesar da suspensão das funções da Mesa, a Justiça ainda não determinou a realização de uma nova eleição para o comando da Câmara de Vereadores de Cocal do Sul.

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